Regresso às origens

Não nasci lá, não cresci lá, não vivi lá.

Só lá estive 3 vezes, das duas primeiras vezes tinha 2 e 5 anos e a última vez foi há 15 anos atrás.

E mesmo assim, consigo lembrar-me dos passeios à beira-mar na praia da Laginha, dos jantares ao som das mornas, das idas ao mercado de manhã, de acordar com as vozes das crianças que corriam pelos corredores da casa da minha avó, dos pequenos-almoços com a família toda, da viagem tumultuosa de barco até Santo Antão! Meu querido Santo Antão.

Sentir aquele ar puro… não há sítio em Cabo Verde do qual sinta mais “sodade”.  Aquelas estradas sinuosas que levam a vistas de cortar a respiração, toda aquela ruralidade, uma ilha ainda não explorada pelo turismo de massa com paisagens que surpreendem por toda a sua beleza e virgindade.

Obrigada família por me terem trazido todas estas memórias…

cv(tartaruga íman, manga da terra, clutch feita com tecidos africanos, aguardente velha de Santo Antão, rebuçados de caramelo locais, doce caseiro de papaia, as famosas bolachas de Cabo Verde, cocada)

Há coisas que realmente me estão no sangue…e Cabo Verde é uma delas!

Love

C.

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